quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Perguntas de Crianças

Quem ainda não chegou na fase das perguntas com seu filho não perde por esperar. Dos 3 aos 10 anos de idade  é a grande e longa fase dos "porquês". As perguntas variam de engraçadas a estranhas, embaraçosas e surpreendentes. E saiba que todas devem ser respondidas.  
 
Mas quem disse que temos respostas para todas as perguntas? Lógico que não temos. Mas devemos procurar por elas assim que possível. Sempre deixando a criança ciente de que foi ouvida e que será respondida.
 
Foi assim que surgiu a música "Well, well, well, Gabriel", de autoria do Kid Abelha e tão bem interpretada por Adriana Calcanhoto. Gabriel quer saber quanto é mil trilhões, vezes infinito e quem é Jesus Cristo... Por que o fogo queima, por que a lua é branca e por que a Terra roda...
 

 
Assim como você e eu, não temos respostas imediatas para tudo e muitas vezes nem sabemos o que vamos responder. Mas existe gente que pensa em como nos ajudar a resolver essas questões como a autora Clarice Dall Agnol Casado, do livro "E agora, o que Eu Respondo? Editora Panda Books.
 
DICA DE LIVRO MAE BACANA
 
Nele a autora ensina as melhores maneiras de responder as mais diversas perguntas constrangedoras de todas as idades e trás respostas para perguntas sobre sexo, morte, relações familiares, preconceito, religião, racismo, pedofilia, diferenças sociais, palavrões e violência. Assuntos como cigarro, álcool e drogas também são encontrados. Segundo Clarice, assuntos delicados devem ser tratados com seriedade, nunca ignorados. 

Outra forma de encarar algumas perguntas das crianças é assistir, junto com elas, ao desenho animado  Nina Perguntadeira, transmitido pelo Canal à cabo Mundo Gloob. Assistindo a um episódio você pode ter a verdadeira noção de como os questionamentos de uma criança são importantes e o quanto ela pode se sentir insegura quando não recebe respostas.
 
Nós estamos na fases dos porquês faz algum tempo e também nos sentimos perdidos com alguns questionamentos. Quando não sei exatamente o que vou responder no momento da pergunta digo que não sei, mas que vou pesquisar ou perguntar a alguém que saiba. Mas quando a pergunta feita me pega de surpresa, costumo devolver o questionamento com a pergunta: "O que você acha?" Assim, consigo ter tempo para pensar a respeito e entender melhor a dúvida. Uma dúvida de como veio ao mundo, por exemplo, pode não estar relacionada ao sexo ou parte do corpo da mãe, mas se nasceu vestido ou pelado. Assim não precisamos ir além da capacidade de entendimento da criança.
 
 
E você, como andam as perguntinhas por aí? Tem se saído bem com as respostas? Conte pra gente!
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