segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Seu filho pode ficar em recuperação? O que fazer?

Você matriculou seu filho numa ótima escola, montou uma rotina de estudos durante o ano, participou de todas as reuniões com a professora e acompanhou as lições de casa dia a dia, porém seu filho corre o risco de ficar em recuperação. O que fazer?
 
DICAS MAE BACANA
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Não se desespere!
 
O primeiro ponto é não deixar que a criança perceba a sua aflição em relação ao desempenho dela. É importante que, mesmo que você considere a criança muito pequena para ter tantas responsabilidades, que explique a importância do aprendizado, dos resultados e da passagem de ano. Dê segurança para que ela siga em frente. "Você vai conseguir!"

O segundo ponto é evitar comparações com irmãos e colegas de classe. A própria criança pode se comparar com outras e atestar que não é boa em determinada matéria ou conteúdo. Podemos ajudar explicando que cada indivíduo é único e aprende do seu jeito, no seu tempo, mas que é preciso dedicação.
 
O terceiro ponto é identificar as dificuldades junto a escola e montar um roteiro de estudos para que ela possa atingir os objetivos dentro do prazo. Nesse momento o mais importante é apoiar e acompanhar.  Não descarte a possibilidade de contar com a ajuda de um profissional para aulas especiais caso você perceba que precisa de ajuda.
 
Faça acordos para que os últimos dias do ano não se tornem uma guerra. Podemos diminuir o uso da TV, dos games, dos eletrônicos, bem como as idas na casa dos amigos para focar nos estudos, mas nada disso precisa ser uma tortura. Eleger as prioridades pode permitir aproveitar com prazer momentos para relaxar. "Estudamos hoje e vamos no cinema amanhã, não é uma boa?" Deixe a criança ciente das decisões. Isso faz com que ela se comprometa com os resultados. Quando a criança sente que tudo é feito para ajudar e não para punir, sente-se  apoiada e fortalecida. 
 
Por aqui temos dois meninos no mesmo ano letivo. Os desempenhos são diferentes em determinadas matérias e conteúdos. Nós sabemos o que cada um precisa e procuramos apoiá-los em cada etapa, mas também ficamos ansiosos com os resultados. Quem não fica? As comparações surgem deles mesmos, mas não deixamos de elogiar quem precisa, ajudar quem precisa e lembrar os dois que eles são pessoas diferentes com facilidades para algumas coisas e para outras nem tanto. E que para isso é preciso um pouco mais de dedicação. É assim pra tudo!
 
E você, já está nessa fase dos estudos? Conte pra gente!
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