segunda-feira, 13 de maio de 2013

Maternidade sonho de toda a vida - Por Jamilly Lima

Maternidade para mim sempre foi uma necessidade. Desde menina sonhava em forma uma família, mas principalmente, eu sempre sonhava em estar gravida, em gerar vida, em sentir "chutinhos", em ouvir um bebê me chamar de mamãe. Para ser franca eu nunca pensei na vida sem filhos.

Depois de longos 10 anos de namoro, me casei e tinha certeza que já estava prontíssima para ser mãe, sentia uma enorme vontade de ter logo um bebê, mas como ter um filho, pelo menos para mim, não é uma decisão feita por apenas um, fui "obrigada" a adiar meus sonhos.

Quem me conhece sabe que nasci para ser mãe, bem mais do que nasci para ser esposa, filha ou amiga. Quando descoberta da gravidez estava cheias de planos, estava no último semestre da faculdade e já pensava em uma pós graduação, estava fazendo auto escola, sonhava em enfim começar as viagens a dois já que o maridão também tinha terminado a pós graduação e com isso veio aquele tão desejado aumento de salário. Apesar de no momento estar com tantos sonhos a serem realizados, o positivo na tirinha de papel não acabou com os sonhos e sim modificou as prioridades.

Jamilly e Lucas

Passei o último semestre da faculdade já com dores nas costas por ficar sentada durante os longos seminários, ia me arrastando fazer aulas para a carteira de habilitação e com oito meses tivemos nossa primeira viagem a três. Curtir cada minuto a barriga, senti cada enjoo na esperança que os meses passassem e os levassem de vez. Até que em março de 2010 nasce o meu menino, o tão desejado menino, nasce o Lucas que já fazia parte da minha vida desde sempre.

Carregando meu bebê nos braços terminei minha monografia, carregando meu bebê nos braços fui a minha formatura de colação, carregando meu bebê nos braços fiz tudo o que sempre sonhamos. Claro, que nem tudo são rosas, com a chegada do Lucas as finanças diminuíram, meu marido teve que trabalhar nos três expedientes para suprir as necessidades da família, a cama que antes era de dois passou a ser pequena para três, as noites de romances foram nos primeiros meses substituídas por noites embalando a cria. Mas calma ai, tudo vale a pena!

Hoje, três anos após realizar o sonho de uma vida inteira, fico me perguntando se já estará na hora de ter um outro filho, como será quando formos quatro, como será multiplicar o amor materno.

Já estou pronta para ser mamãe novamente e tenho percebido que o marido também já está pronto, mas ainda não começamos de fato as tentativas, por que? Não sei. Só sei que ando sonhando novamente em receber "chutinhos". Deste ano não passa!

Filho é sinônimo de felicidade, de amor, de carinho de beijos... Mas também é sinônimo de preocupações, de cansaço, de dúvidas... Bendita a mulher que pode ser mãe e experimentar toda essa mistura de sentimentos.

Jamilly Lima é Formada em História, casada com o Marcos e mãe do Lucas, por enquanto! Autora do Blog "Mãe Para Sempre". 
 

Comentários
7 Comentários

7 comentários:

  1. Respostas
    1. Jamilly, Obrigada por sua participação! Mais um texto cheio de amor. Isso é bom demais! Beijos

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  2. Amiga depoimento lindo o seu. Minha gravidez da Clara foi inesperada, mas hoje sinto que nasci para isso, ser mãe, como voc~e disse.
    Beijos
    Débora

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  3. Que texto Lindo!!! Curti o "ainda"no final.... rs. Bjus Andrea e Lara coisas-da-lara.blogspot.com.br

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  4. Débora, Manirinha e Andrea, obrigada pela visita no Blog. Um grande beijo.

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  5. Bom é ver a beleza nos pequeninos gestos e momentos... "Chutinhos" com certeza fazem parte disso!
    Um beijo,
    Marusia

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