segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Influências negativas na vida dos filhos

Criamos nossos filhos com tudo de melhor que podemos oferecer. Fazemos de tudo para que frequentem uma boa escola, que pratiquem seu esporte favorito, que tenham acesso à vários tipos de entretenimento, que se divertam com os brinquedos favoritos, enfim, buscamos oferecer o melhor. Mas será que tudo isso é o melhor?

Por volta dos sete anos de idade as crianças já estão com uma parte da vida formada. Uma pequena e importante parte da vida. Começam a manifestar vontades e demonstram suas personalidades. Estão se preparando para adolescência e para se sentirem "donos do seu próprio nariz". Nós também nos sentíamos assim. E aí, nos preocupamos com as influências negativas na vida deles. Pessoas, filmes, jogos, drogas... Quem está ou já passou por essa fase sabe bem disso. Frequentemente pensamos e dizemos que o mundo está perdido com tantas barbaridades que vimos e ouvimos. Além de criar os filhos temos que nos preocupar com tudo de ruim que os envolvem.

Imagem daqui

É comum pensarmos que as maiores influências estão fora de casa, mas as maiores e mais consistentes influências são as dos pais. Positivas ou negativas. Nossas palavras, nosso exemplo e nossa presença são o que realmente importam. Se os filhos acreditarem, absorverem e praticarem a vida positiva que encontram dentro de casa as influências negativas ficam mais distantes. Ao sentirem segurança de poder contar com os pais e irmãos, o que é negativo perde o valor.

Por isso, largue o celular por um momento e vá jogar um joguinho legal. Deixe alguma tarefa da casa de lado por uma hora e vá fazer biscoitos para o natal. Desligue a TV, mesmo que esteja passando o seu programa favorito, e vá contar uma história. Deixe o rigor de uma comida saudável e convide seu filho à preparar sua comida predileta. Desafie seu menino no game preferido e sua menina na confecção de uma bijouteria moderna. Participe, converse e marque terreno.

No futuro, ao serem perguntados como foi sua infância, eles vão se recordar pouquíssimo do videogame preferido, da carinha da boneca, da viagem tão planejada, da decoração do quarto... Mas certamente vão se lembrar dos desafios dos jogos em família, das tardes de culinária, das histórias inventadas, do seu jeito, do seu calor e do prazer da vida com os pais. Um convívio próximo e frequente contrói laços de confiança para uma vida inteira.

O que você acha?

Comentários
5 Comentários

5 comentários:

  1. Com certeza!!! O que mais me lembro da minha infância são as histórias contadas pelo meu pai, os desenhos que minha mãe fazia para as capas dos meus cadernos, as brincadeiras com os irmãos e os vizinhos, as tardes de bagunça, as idas à praia, momentos que jamais esquecerei! beijos

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    1. Oi Flavia! Capas dos cadernos... Também me recordo desses momentos. Sempre achei as minhas capas as mais bem feitas da escola. Beijo!

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  2. Oi, Gisa! Adorei o post. Fui levada de volta a minha infância e, apesar de eu lembrarr muito das minhas brincadeiras sozinha e também com amigas, as que mais eu gostava e ficava muito satisfeita eram com os meus pais. Eu amava quando ganhava jogos de presente de aniversário e eles passavam o fim de semana brincando comigo. Lembro dos jogos de memória, detetive, banco imobiliário, cara a cara e tantos outros que eu ganhei e eles entravam na brincadeira. Pretendo fazer o mesmo com meu filho. Essas lembranças são mesmo muito importantes! Abraços!

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    1. Oi Myriam! Que bom que gostou! Esses momentos foram marcantes para nós e é uma delícia fazer o mesmo com nossos filhos. Beijo

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  3. Adorei o post. Sabe quando lembro da minha infância, minha mãe tava sempre ocupada: ou trabalhando fora ou em casa. Não tinha tempo para brincarmos. Eu aproveito muito meu tempo com o Matheus e quero ser assim sempre!

    Bjs

    http://matheusmeucoracao.blogspot.com.br/

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