segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Crianças e adolescentes, tudo gira em torno da tecnologia

Difícil não encontrar crianças e adolescentes que não dominem o uso das novas tecnologias. Computadores, celulares, tablets e videogames são "brinquedinhos" nas mãos ágeis da garotada. Mas até onde o uso da tecnologia pode ajudar ou atrapalhar na formação de uma pessoa?
 
Existe diferença entre as conexões neuronais do cérebro quando a criança está na frente do computador e quando está desenhando, por exemplo, e ambas são essenciais para o desenvolvimento do indivíduo, por isso devem e podem ser equilibradas. 

Se deixarmos por conta da "galerinha" eles podem preferir jogar videogame a ler um livro, jogar no tablet a disputar uma partida de futebol ou decorar cupcake em um site na internet a prepará-los na própria cozinha. Se não houver estímulos para outras atividades, a tecnologia toma conta do espaço.
 
Então, como fazer para equilibrar atividades e permitir que as crianças e adolescentes acompanhem as inovações tecnológicas e continuem a aproveitar as coisas boas, simples e reais da vida? Muitos especialistas dizem que é dando limites. E quem dá os limites são os pais e não a criança. Não é fácil, mas não é impossível.
 
Algumas alternativas podem ajuda:  
  • Fazer uma escala com os melhores dias e horários para uso dos equipamentos e da internet. Para quem tem mais de um filho, e somente um equipamento, também minimiza conflitos. Vale colar a escala em local visível;
  • Quais equipamentos podem ser usados, de acordo com a idade. Criança muito pequena não precisa de celular e acesso à redes sociais, mas pode jogar no tablet, no videogame e no computador;
  • O que pode e não pode ser acessado. Sendo alfabetizado é fácil pesquisar o assunto e acessar conteúdos inapropriados à idade;
  • Quanto tempo de uso. Jogar somente aos finais de semana pode ser uma boa ideia quando a criança tem muitas atividades durante a semana, mas passar um final de semana grudado no videogame também não resolve. Por isso definir tempo é legal;
  • Combinar antecipamente que comportamentos inadequados e combinados não cumpridos tiram o direito de usar certos equipamentos. Quando a criança faz birra por algum motivo ou agride o irmão ou quando o adolescente ter um resultado ruim na escola podem ser cerceados a usar a internet, por exemplo. Isso funciona e cada família pode determinar como fazer.
Mesmo fazendo acordos é muito difícil não ceder a pedidos como: "Mãe, por favor, me deixe jogar antes de fazer a lição?" Afinal, quem não gosta de estar conectado? Os pais de hoje também são fãs das inovações. Então, equilíbrio para todos!


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