terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Educação infantil

Então... chegou o final da educação infantil. Parece mentira. Vão fazer 6 anos. Me recordo do primeiro dia de aula, da minha ansiedade em deixá-los com pessoas estranhas, do choro por se separarem de mim, da babá, de casa. Como é louco tudo isso. Como passa rápido e a gente acha que foi ontem. Agora se preparam pra uma nova e importante fase da vida, o ensino fundamental.

Quando nascem a nossa preocupação é somente alimentar, ganhar peso, dormir bem, dar banho. Um tempo depois, queremos ansiosamente que aprendam a sentar, a engatinhar e a caminhar. Queremos apressadamente que falem mamãe e papai. Depois que aprendem a falar, queremos dar limites por que aprenderam demais. Isso chega ser engraçado, por que queremos que façam tudo e depois queremos que não façam demais. Vão pra escola e aprendem mais e mais. Voltam com vocabulário expandido e novas manias. Vibramos com cada conquista, ano a ano. Derrepente percebemos que o tempo passou. De 5 meses passam a 5 anos. De bebê passam a meninos, assim como num passe de mágica. Nos esquecemos até do trabalho envolvido e nos lamentamos por que o tempo faz isso com a gente.

E lá vão eles, rumo ao ensino fundamental, ao primeiro ano, ao ano da leitura, da escrita e de mais descobertas. Rumo as novas amizades, a maiores espaços, a novos conhecimentos. Da brincadeira para as responsabilidades. Parecem tão pequenos, mas tão decididos. Como mudaram nesses últimos meses.

Agora, vão estudar em salas separadas. Isso é importante para os irmãos gêmeos terem a oportunidade de preservar a sua individualidade, já que estão sempre juntos. Não vou negar que não seja difícil aceitar isso assim na boa, mas tenho certeza que vai ser melhor. Eles são muito ligados um no outro, mas nesse último ano nós percebemos que começaram a querer coisas diferentes, brinquedos diferentes, roupas diferentes. Dessa forma  foi fácil aceitar a idéia de estudar em salas separadas. O legal é que eles vão se sentindo seguros quando a gente explica os motivos.
Quero mesmo que busquem o novo, que se intereressem, que descubram, mas que acima de tudo, saibam que podem ter o apoio e colo da mãe sempre que precisarem.

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